Após aplicar a Primeira Forma Normal (1FN), o próximo passo é verificar se a tabela atende aos requisitos da Segunda Forma Normal (2FN).
A 2FN busca eliminar dependências parciais entre os atributos e a chave primária.
Antes de aplicar a Segunda Forma Normal, a tabela obrigatoriamente deve estar na Primeira Forma Normal.
Dependência parcial ocorre quando um atributo depende apenas de parte de uma chave composta e não da chave inteira.
Esse problema geralmente acontece em tabelas que utilizam chaves primárias compostas.
| ID_ALUNO | ID_CURSO | NOME_ALUNO | NOME_CURSO |
|---|---|---|---|
| 1 | 101 | Maria | Excel |
| 1 | 102 | Maria | Power BI |
| 2 | 101 | João | Excel |
A chave primária é composta por ID_ALUNO + ID_CURSO.
| Campo | Depende de |
|---|---|
| NOME_ALUNO | Apenas ID_ALUNO |
| NOME_CURSO | Apenas ID_CURSO |
Esses campos não dependem da chave completa, apenas de uma parte dela.
A solução consiste em dividir a tabela em estruturas menores.
| ID_ALUNO | NOME_ALUNO |
|---|---|
| 1 | Maria |
| 2 | João |
| ID_CURSO | NOME_CURSO |
|---|---|
| 101 | Excel |
| 102 | Power BI |
| ID_ALUNO | ID_CURSO |
|---|---|
| 1 | 101 |
| 1 | 102 |
| 2 | 101 |
Imagine uma escola onde alunos podem estar matriculados em diversos cursos.
Ao separar alunos, cursos e matrículas em tabelas distintas, evita-se repetir informações desnecessariamente.
| Sem 2FN | Com 2FN |
|---|---|
| Dados repetidos | Dados organizados |
| Dependências parciais | Dependências eliminadas |
| Maior redundância | Menor redundância |
| Mais erros | Mais consistência |